ÓLEO P UNÇÃO E CÁLICE DESCARTÁVEL
Apóstolo Antonio Jose DE Santana
pr_antonio_min_yeshua@yahoo.com.br
De Ministério Yeshua Ha`Mashiach
PREÇO DO CÁLICE PARA CEIA DO SENHOR CAIXA COM 2000 UNIDADES E ÓLEO PARA UNÇÃO, MIRRA, CÁSSIA, CALAMOS E ÁLOE, NO ÓLEO EXTRA VIRGEM (21) 997688348 zap FRASCO COM, 6 ml campanha R$5.00 X 100 unids; 8 ml R$ 8,00 X 20 unids 30 ml R$15,00 X 12 unids 500 ml R$ 120,00 X uma unids. 1Lt = 220,00 + FRETE ATENDENDO O BRASIL
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ÓLEO P UNÇÃO E CÁLICE DESCARTÁVEL Apóstolo Antonio Jose DE Santana pr_antonio_min_yeshua@yahoo.com.br De Ministério Yeshua Ha`Mashiach PREÇO DO CÁLICE PARA CEIA DO SENHOR CAIXA COM 2000 UNIDADES E ÓLEO PARA UNÇÃO,CÁSSIA, CALAMOS E ÁLOE,
Data: 06-09-2022 | De: Apóstolo Antonio Jose DE Santana
Oleo e Calice
Data: 09-04-2019 | De: Apostolo Antonio Yeshua
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Shalom Adonai, este é um site onde você encontrará Cálice Descartável para Ceia do Senhor e Óleo para Unção.
"Por que Cálice Descartável" - Sinônimo de higiene, mais seguro.
"Óleo para Unção" - Thiago escreveu dizendo: "Entre vocês hão alguém que está doente? Que ele mande chamar os pastores da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. Tiago 5:14
Nosso óleo para unção é composto por quatro essências bíblica: mirra, cássia, nardo e aloés no óleo de oliva extra virgem batido. Toda fabricação é artesanal.
"Mirra" - É uma resina aromática de origem vegetal com poderes medicinais e que também é usada para ser queimada sobre brasas semelhantemente à resina de olíbano (incenso).
Curiosidade: Na antiguidade (assim como o incenso) a Mirra era extremamente valorizada, valendo mais do que o próprio peso em ouro. De forma que, na época, dos três presentes dos Reis Magos, o ouro era provavelmente o mais baratinho.
A mirra significa a mortificação da carne. « as minhas mãos destilaram mirra, e os meus dedos estavam cheios da mirra mais preciosa » (Ct 5, 5). As mãos significam as obras virtuosas, os dedos, a discrição. Portanto, as mãos destilam a mirra quando, pelas obras virtuosas, castiga-se a carne; mas os dedos são ditos cheios da mais preciosa mirra, pois é muito preciosa a mortificação que se faz com discrição.
Assim Cristo, aceitando a mirra oferecida por um Rei Mago, aceitou padecer por nossas feridas...
Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. Isaías 53:5.
Mirra - substantivo feminino
ANGIOSPERMAS
design. comum a algumas spp. do gên. Commiphora, da fam. das burseráceas, cuja casca exsuda resina aromática us. desde a Antiguidade como incenso e medicinal, e que já foi considerada um bem raro e valioso.
a resina dessas plantas, de aroma agradável e gosto amargo, que varia do amarelo ao castanho-avermelhado, com propriedades adstringentes, antissépticas e carminativas leves, ainda us. como incenso e como ingrediente em dentifrícios, perfumes, tônicos e outras preparações farmacêuticas; bdélio.
A mirra é uma das fragrâncias bíblicas mais importantes e está associada a eventos divinos e à força da fé. Além de ser um dos presentes dos 3 reis magos a Jesus, ela foi também a primeira essência escolhida por Deus para produzir o azeite da santa unção no Tabernáculo de Moisés, quando Deus disse: “Tu, pois, toma para ti das principais especiarias: da mais pura mirra(...)” Ex.30.23.
Outra forte representação da mirra na Bíblia está em Ester, um dos ícones bíblicos de força e superação. A Bíblia conta que Ester passou por um tratamento de beleza de 12 meses, sendo que 6 deles foram à base de mirra.
Na morte de Jesus Cristo, a mirra também esteve presente, marcando o início e o fim da passagem dele na terra. Enquanto estava na cruz, foi-lhe oferecido vinho e mirra para aliviar as suas dores. Em seu sepultamento, o corpo de Jesus foi encoberto com um composto a base de mirra, um material de embalsamamento, usado em múmias egípcias.
Cálamo é recomendada por santos, iogues e filósofos Ayurveda para melhorar as funções do cérebro, melhorando o poder de memória, melhorando a condição do cabelo e lutando com a perda de cabelo.
Cálamo (Acorus calamus var. Angustatus) é conhecido desde os tempos antigos. Já no século II aC suas raízes foram colhidas no Delta do Nilo e na Mesopotâmia, foram secas e incenso em pó utilizado para fins religiosos, para o fabrico de perfumes e pomadas cosméticas. Cálamo é muitas vezes mencionado na Bíblia e formulações egípcios; Era parte de pomadas para unção. Cálamo tem sido uma parte vital do sistema de cura tradicional de vários países por mais de milhares de anos no tratamento de várias condições médicas. Os egípcios primitivos confiável raiz cálamo como um potente afrodisíaco para a sua eficácia em aumentar a saúde do sistema reprodutivo.Calamus foi adicionado ao vinho na Europa e também faz parte do absinto.
É amplamente utilizado na medicina popular em muitos países da Europa para o Tibete e China.Como uma planta tempero que é conhecido desde os antigos judeus e persas. Como tempero cálamo planta pode ser usada em vez de folha de louro, gengibre e canela. Em estado selvagem e cálamo cresce ao longo dos rios e nos pantanais da Rússia, Belarus, Ucrânia e Europa Oriental.
Cálamo pertence à família Araceae. Uma planta perene cresce perto das águas da costa até um metro. Folhas – aguda e longa. Flores – pequeno, cinza – verde. Fruit – bagas vermelhas polyspermous. Na aparência se assemelha a uma bengala. Tem um sabor forte. O óleo essencial é extraída a partir das raízes por destilação a vapor das raízes secas em pó. O óleo tem um amarelo ou escuro – cor marrom que lembra o cheiro de cânfora.
Benefícios da Cálamo óleo para Saúde
Efeitos do óleo de cálamo em órgãos e sistemas internos
• anticonvulsivo
• antisséptico
• antibacteriano
• carminativo
• sudorífico
• expectorante
• hipotensor
• insecticida
• spasmolytic
• estimulante
• estomacal
• cura
"Cássia" - Essência ou óleo sagrado para unção. Êxodo 30.24. Casca aromática semelhante a canela. Todas as suas vestes cheiram a Mirra, Aloés e a CÁSSIA, desde os palácios de marfim de onde te alegram.
"Aloés" - Esta especiaria foi usada no sepultamento de Jesus, em que tomaram parte José de Arimatéia e Nicodemos. (João 19.39), se o composto de 50 quilos que Nicodemos usou tinha considerável proporção de aloés, foi preciosíssimo. É da madeira de uma árvore preciosa e odorífera.
"Azeite" - Igual o óleo Da consagração: I Samuel 10.1 – Êxodo 29 de 2 a 23 e Levítico 6 de 15 a 21 e 8.12. Usado para luz: Mateus 25.13
"Óleo da Unção" - A unção com óleo significa o derramar do Espírito Santo em nossas vidas e o agir de Deus a nosso favor, através da comunhão, da oração e da obediência.
CALAMO AROMÁTICO
Data: 19-03-2016 | De: Apóstolo Antonio Jose de Santana
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"Por que Cálice Descartável" - Sinônimo de higiene, mais seguro.
"Óleo para Unção" - Thiago escreveu dizendo: "Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os pastores da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. Tiago 5:14
Nosso óleo para unção é composto por quatro essências bíblica: mirra, cássia, nardo e aloés no óleo de oliva extra virgem batido. Toda fabricação é artesanal.
• "Mirra" - É uma resina aromática de origem vegetal com poderes medicinais e que também é usada para ser queimada sobre brasas semelhantemente à resina de olíbano (incenso).
Curiosidade: Na antiguidade (assim como o incenso) a Mirra era extremamente valorizada, valendo mais do que o próprio peso em ouro. De forma que, na época, dos três presentes dos Reis Magos, o ouro era provavelmente o mais baratinho.
A mirra significa a mortificação da carne. « as minhas mãos destilaram mirra, e os meus dedos estavam cheios da mirra mais preciosa » (Ct 5, 5). As mãos significam as obras virtuosas, os dedos, a discrição. Portanto, as mãos destilam a mirra quando, pelas obras virtuosas, castiga-se a carne; mas os dedos são ditos cheios da mais preciosa mirra, pois é muito preciosa a mortificação que se faz com discrição.
Assim Cristo, aceitando a mirra oferecida por um Rei Mago, aceitou padecer por nossas feridas...
Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. Isaías 53:5.
• "Cássia" - Essência ou óleo sagrado para unção. Êxodo 30.24. Casca aromática semelhante a canela. Todas as suas vestes cheiram a Mirra, Aloés e a CÁSSIA, desde os palácios de marfim de onde te alegram.
CALAMO AROMÁTICO
Acorus calamus
Descrição : Planta da família das Araceae, também conhecido como junco de cobra, cana cheirosa e cana odorífera. Cálamo aromático, ou cana cheirosa, é uma planta aquática que tem o tronco subterrâneo e raízes (tubérculos) chatas, finas.
Este tronco tem gosto amargo e é bastante aromático, daí o nome da planta. É excitante e usado contra , bronquites, catarros e problemas digestivos. Há outra planta chamada Cálamo aromática (Kyllinga odorata), da família Ciperácea. Como se vê, é outra planta totalmente diferente.
• "Nardo" - Jesus ungido com o preciosíssimo perfume de nardo. Marcos 14.3. Usado para ungir pessoas que necessitam de um renovo espiritual, na prática da oração, trás convicção da presença interior do Espírito.
• "Aloés" - Esta especiaria foi usado no sepultamento de Jesus, em que tomaram parte José de Arimatéia e Nicodemos. (João 19.39), se o composto de 50 quilos que Nicodemos usou tinha considerável proporção de aloés, foi preciosíssimo. É da madeira de uma árvore preciosa e odorífera.
• "Azeite" - Igual o óleo Da consagração: I Samuel 10.1 – Êxodo 29 de 2 a 23 e Levítico 6 de 15 a 21 e 8.12. Usado para luz: Mateus 25.13
• "Óleo da Unção" - A unção com óleo significa o derramar do Espírito Santo em nossas vidas e o agir de Deus a nosso favor, através da comunhão, da oração e da obediência.
Que o Senhor te abençoe desde Sião.
CÁLAMO AROMÁTICO
Data: 22-10-2014 | De: PASTOR ANTONIO JOSE DE SANTANA
CÁLAMO AROMÁTICO
Os gregos e romanos ofereciam o Cálamo a seus deuses, enquanto os árabes atribuiam o poder de aumentar a líbido. Seu óleo essencial era um dos ingredientes da unção sagrada. Os mongóis atribuiram a esta planta o poder de limpar as águas. A palavra aromático provém da similaridade com a espécie Andropogum aromaticus, uma variedade de erva muito perfumada, que cresce geralmente no nordeste da Índia e que exala um doce aroma ao ser esmagada. É originária da Índia e sudeste asiático, abundante também em grande parte do hemisfério norte, habitando solos úmidos e próximo a rios e pântanos.
É uma planta que mede de 0,50 a 1,50 metros de altura, perene dos locais pantanosos, apresentando caule nú de secção triangular que possui um espadice cilíndrico e oblíquo composto por flores verde-amareladas, estéreis no clima europeu, contendo 6 estames e 1 estigma. As folhas partem touceiras, em forma de espada de dois gumes, compridas, estreitas, invaginantes e avermelhadas na face inferior. A droga vegetal é constituída pelo rizoma de Cálamo Aromático, sendo descrita da seguinte forma pela Phramacopeia dos Estados Unidos do Brasil 1ª Edição (1926): “Esta droga apresenta-se em pedaços levemente tortuosos mais ou menos cilíndricos ou achatados, de 20 a 25 cm de comprimento por 1 a 3 cm de diâmetro. Muitas vezes este rizoma é cortado longitudinalmente e depois dividido em pequenos pedaços de 2 a 3 cm de comprimento. Sua superfície externa é rugosa, de cor amarelo-parda a pardo-avermelhada, provida de saliências anulares numerosas, oblíquas e espaçadas de 1 a 2 cm; na parte superior apresenta umas cicatrizes agudas triangulares, às vezes finamente fibrosas, bastante próximas e alternas, deixadas pela base das folhas; na parte inferior nota-se um grande número de cicatrizes arredondadas, um tanto salientes, deixadas pela secção das raízes e dispostas vagamente em linhas zigzagueadas. Este rizoma apresenta internamente uma estrutura finamente porosa; sua secção transversal mostra a 1 ou 1,5 mm de sua margem uma linha pontoada, que separa nitidamente a zona cortical do meditulio lenhoso; este de cor mais pálida, apresenta numerosas pontoações, que são sobretudo confluentes na periferia.
Esta droga possui cheiro aromático agradável e sabor picante, amargo e aromático.”
Nome Científico: Acorus calamus L. Sinonímia: Acorus americanus Raf.; Acorus angustifolius Schott; Acorus aromaticus Gilib.; Acorus belangeri Schott; Acorus calamus-aromaticus (Clairv.) Man.; Acorus casia Bertol.; Acorus commersonii Schott; Acorus commutatus Schott; Acorus elatus salisb.; Acorus europaeus Dumée; Acorus flexuosus raf.; Acorus floridanus Raf.; Acorus griffithii Schott; Acorus nilaghirensis Schott; Acorus odoratus Lam.; Acorus spurius Schott; Acorus terrestris Spreng; Acorus triqueter Turcz. ex Schott; Acorus verus Bauh; Acorus verus Raf.; Acorus aromaticus officinarum Bauh.
Nome Popular: Cálamo Aromático, Acoro Verdadeiro, Cana-cheirosa e Acoro-cheiroso, em português; Kalmus, na Alemanha; Kalmus, na Dinamarca; Ácoro Calamo, Ácoro Verdadeiro, Cálamo Aromático, Iris Amarillo, em espanhol; Acore Aromatique, Acore Vrai, Canne Aromatique, Jonc Odorant, Roseau Aromatique, na França; Kalmus, na Holanda; Sweet Cane, Sweet Smelring Flag e Calamus, em inglês; Acoro, na Itália.
Denominação Homeopática: CALAMUS AROMATICUS.
YESHUA NOME DE JESUS HEBRAICO
Data: 13-07-2014 | De: PASTOR ANTONIO JOSE DE SANTANA
O nome hebraico Yeshua (ישוע/ יֵשׁוּעַ) é uma forma alternativa de Yehoshua, Josué, e é o nome completo de Jesus (transliterado ao grego Yeshua fica: Ιησου'α, "Iesua"/"Ieshua" [também Ιησου'ς, "Iesu' "/"Ieshu' "/"Iesus"]; Yehoshua [יהושוע/ יְהוֹשֻׁעַ] fica: Γεχοσούαχ) (em árabe Yeshua fica: يسوع "Yesu' "/"Yesua"/"Yasu' "/"Yasua"/"Yashua"; Yehoshua fica: يوشع "Yeusha"/"Y'usha"/"Yusha"/"Yush'a"/"Yushua"/"Y'ushua").
Na Bíblia hebraica a ortografia é usada uma vez em relação a Josué (Yehoshua), filho de Nun, mas é comumente utilizado em relação a Josué, o sacerdote no tempo de Esdras. O nome é também considerado por muitos como sendo o nome hebraico ou aramaico de "Jesus". Neste sentido o nome é usado principalmente pelos cristãos em Israel, e na tradução hebraica do Novo Testamento, como uma alternativa para a ortografia Yeshu ha Notzri utilizada pelos rabinos. Em outros países Yeshua é usado principalmente pelos judeus-messiânicos.1
• 1 Etimologia
• 2 Yeshua como o nome original de "Jesus"
• 3 Yeshu no Talmud
• 4 Yeshua na Antiga Bíblia Siríaca
• 5 O nome árabe
• 6 Ver também
• 7 Referências
• 8 Ligações externas
Etimologia[
O nome "Yeshua" deriva-se de uma raiz hebraica formada por quatro letras – ישוע (Yod, Shin, Vav e Ayin) - que significa “salvar”, sendo muito parecido com a palavra hebraica para “salvação” – ישועה, yeshuah – e é considerado também uma forma reduzida pós-exilio babilônico do nome de Josué em hebraico – יהושע, Yehoshua – que significa “o 'Eterno' (YHWH) salva”. Essa forma reduzida era muito comum na Bíblia hebraica (ou Tanakh), que cita dez indivíduos que tinham este nome – como podem ser visto nos versos de Esdras (Ezra) 2:2, Esdras (Ezra) 3:2 e Neemias (Nehemiá) 12:10. "Josué", o Yehoshua, reduzido como Yeshua (aramaico), ou reduzido como Iesous (grego; onde não se pronuncia o "s" final); com esse último nome, a Roma-Grécia apelidou o sucessor de Moshê ("Moisés"), onde virou cultura e tradição. O Hebreu era filho de Num da tribo de Efraim, nascido no Egito, circuncidado com o nome de Hoshêa, ao consagrá-lo para seu sucessor Moshê deu-lhe o nome de Yehoshua, pois dentre os que saíram do Egito, ele foi achado digno de conduzir o povo de Israel à terra de Canaã.
Yeshua como o nome original de "Jesus"
A afirmação de que a forma Yeshua é o nome original de "Jesus" tem sido muito debatida atualmente – alguns afirmam que era Yehoshua ou que a própria forma grega do nome “Jesus” era usada entre os cristãos antigos (comunidades falantes do Grego existentes em Israel, durante o período helenístico e posteriormente, sempre afirmaram que os manuscritos originais do Novo Testamento foram escritos primariamente em Grego). De qualquer forma, já se tem provas explícitas de que "Jesus", seus primeiros discípulos e a população que vivia na Terra de Israel naquele período, falavam aramaico (ou um tipo de hebraico-aramaico). Eusébio de Cesareia relata que Mateus escrevera seu evangelho em “hebreu” (um termo que era usado referente a um dialeto do aramaico ou a língua hebraica propriamente dita).
Temos também o testemunho que restou da versão de "Áquilla" (um judeu que havia se convertido a Yeshua e posteriormente o renegou, retornando ao judaísmo) que, diferentemente da Septuaginta, traz em Deuteronômio a expressão IESOUA', com ALPHA no final, o que daria a entender que mesmo em grego havia uma forma para YESHUA, embora seja possível perceber Yeshua também em outras formas gregas, como IESOU', IESOUS (onde não se lê o "s" final, semelhante a um sotaque aramaico que pronuncia IEShU'.). Ainda na Septuaginta e na língua grega usada em textos judaicos como os escritos de Josefo e de Fílon de Alexandria, Ιησούς (Iēsoûs - lembrando que não se lê o "s" final) foi a forma padrão grega do nome hebraico “Josué” - יהושע (Yehoshua). Os indivíduos chamados pelo nome de "Yeshua" (aportuguesado por Jesuá nas Bíblias portuguesas) sempre foram transliterados também como Iēsoûs (ou primeiramente na forma Iēsoua´, como está na versão de "Áquilla".). Demonstrando ser realmente uma forma reduzida do nome “Josué” – Yehoshua – usado no dialeto falado durante tempo de Esdras eNeemias, Yeshua foi o nome preferido para o filho de "José" (Yosseph) segundo o que temos de Novo Testamento, assim mesmo, resumidamente, seja em grego (IESOU/IESOUS - lido como Yeshu') ou em aramaico YESHU' (às vezes lido como Yísho, Yeshua, dentre outros). Todas as ocorrências desta forma reduzida se encontram nos livros de Crônicas, Esdras e Neemias. Dois destes indivíduos são citados em outros livros bíblicos, mas na sua forma longa – Yehoshua (Josué filho de Nun e Josué filho de Jozadaque). A forma reduzida do nome é usada por Jesus filho de Sirá em fragmentos hebraicos do Livro de Sirá ou conhecido também como Eclesiástico. Baseados numa comparação destes textos, acadêmicos aceitam o fato de que este livro de Jesus ben Sirach foi originalmente escrito em hebraico, deixando evidente nele referências a estes antigos fragmentos hebraicos originais. Se isso for verdadeiro, pode-se estender a evidência do uso do nomeYeshua até o século II a.C.. Nenhum uso do nome Yeshua é achado no Talmud, exceto em citações literais da Bíblia hebraica quando esta cita Josué filho de Jozadaque. Porém o nome Yehoshua foi muito utilizado durante o período dos Hasmoneus e até um pouco depois. Ao referir-se a um certo "Jesus" (Cristo?), o Talmud o chama de "Yeshu", pois podemos ler no Talmude Babilônico a acusação dos judeus contra ele: "Na véspera da Páscoa eles penduraram Yeshu [...] ia ser apedrejado por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo se desviar [...] e eles o penduraram na véspera da Páscoa." (Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a)
Yeshu no Talmud[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Yeshu
Nos relatos de Toledot Yeshu, elementos dos Evangelhos sobre Jesus são conflitados com descrições dos indivíduos chamados pelo nome de “Yeshu” no Talmud. Price [1] interpreta “Yeshu” como uma forma abreviada de “Yeshua” e argumenta que esta era a forma pelo qual Jesus era conhecido pelos Judeus. De qualquer forma, as narrativas de Toledoth Yeshu tipicamente explicam a designação Yeshu como um acrônimo da frase hebraica ימח שמו וזכרו - Yemach Shemô Vezichrô(Que seu nome seja lembrado) e declararam que este nome originalmente era Yehoshua (querem dizer: na forma longa, para "Josué", primeiramente fora sim Yehoshua.). Já outros, dizem que o responsável pela diminuição, por assim dizer, foi o sotaque galileu, que pronunciou YESHU devido sua dificuldade de falar a letra final gutural. Isso também podemos detectar em nomes de pessoas árabes, como por exemplo o sobrenome IACHOUH (pronuncia-se: i-ê-shu, ou às vezes i-ê-shu-ah).
Yeshua na Antiga Bíblia Siríaca
Um argumento a favor da originalidade da forma “Yeshua” pode ser encontrada no fato do uso dessa na Antiga Bíblia Siríaca, composta no século III d.C. (vale a pena consultar as Igrejas de Jeshu' - Yeshua/Jesus -, como a Igreja Siríaca Ortodoxa no Brasil, a Igreja Católica Siríaca, dentre outras.). A Peshitta (versão aramaica do Novo Testamento) usa também a forma “Yeshua” em seus escritos. A moderna pronúncia do Síriaco deste nome é Eeshoo, Yíshuh (às vezes Yíshoh), ou seja, temos o testemunho árabe da problemática da letra "E", e do "A" final - como visto no sobrenome citado acima; mas sua pronúncia antiga era similar a “Yeshua” (i-ê-shu-ah) [1]. Com isso, pode-se argumentar que os falantes do aramaico, que usavam este nome na sua forma “Yeshua”, escreveram-na em seus escritos e evangelhos a fim de preservar o nome original de "Jesus" usados por eles.
O nome árabe
O nome árabe para Jesus usado pelos cristãos, Yasu’a (يسوع), sendo derivada de Yeshua (ou seja, a mesma coisa se considerarmos que esta letra "a" que aparece aqui no árabe tem som de "e", como em mohammEd, e se considerarmos também o "s" chiado), mas não é o nome usado para "Jesus" no Alcorão e em outras fontes muçulmanas. O nome tradicional para Jesus é “‘Isa” (عيسى, Ayn – Ya – Sin – Ya). Aparentemente este nome lembra o nome hebraico de Esaú – עשו (ESAV, Ain – Shin – Vav), . Juferi [3] argumenta que este nome árabe citado no Alcorão para Jesus é realmente derivado do aramaico “Yeshua'” . – no qual considera também ser o nome original de "Jesus". Parece bem ter vindo do aramaico: I S A - em outros sotaques - sendo o mesmo que I S Â ou I S Ô (o Yíshoh do modo aramaico citado acima), um tipo de diminutivo de Yeshua na pronúncia com sotaque diferenciado; mas é i-ê-shu-ah do mesmo modo para outros leitores, que sempre deve ser lido com a tônica na letra "e" - ou primeira sílaba - [2] e não na letra "u", como alguns erroneamente pronunciam, o que deturpa o significado, que deixaria de ser "Deus (YHWH) Salva" ou "Deus (YHWH) é a nossa salvação" para ser utilizado apenas como a palavra aramaica para "Salvação". Jesus também aparece em algumas culturas mais modernas com um nome de sete (7) letras que formam a pronúncia de Yahoshua (com variantes de Yauxua, Yahushua, Yaushua, Yaoshua e etc), esses pequenos grupos mais modernos são variantes de igrejas outrora pentecostais e neo pentecostais que receberam uma doutrina de que o tetragrama (YHWH) teria sido adicionado ao nome Yeshua (alguns grupos variam dizendo que seria a adição em Yahoshua conhecido no português como Josué). Os testemunhas de Yahushua (ou Yeshua) como se denominam (também "Ohol"/"Oholyao") acreditam nos conceitos cristãos e são cristãos em doutrina, o que difere é o uso do nome como fonte de salvação. Alguns negam a lei judaica (Toráh) e as takanot (tradições) judaicas.
ÓLEO E CALICE
Data: 27-06-2014 | De: PASTOR ANTONIO JOSE DE SANTANA
PREÇO DO CÁLICE PARA CEIA DO SENHOR CAIXA COM 2000 UNIDADES E ÓLEO PARA UNÇÃO, MIRRÁ, CÁSSIA, CALAMO E ÁLOE, NO ÓLEO EXTRA VIRGEM FRASCO COM, 6ml campanha R$2.00 X 100 unids; 8mlR$ 5,00 X 20 unids 30ml R$10,00 X 12unids
500ml R$ 100,00 X uma unids. 1Lt = 180,00 + FRETE
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CÁLICE PERMANENTE É PROIBIDO ?
Data: 01-06-2014 | De: Pastor ANTONIO JOSE DE SANTANA
CÁLICE PERMANENTE É PROIBIDO?
Afinal pode o cálice único transmitir doenças?
A forma de como é efetuada a distribuição do pão e do vinho durante uma Santa Ceia foi instituída pelos primeiros crentes, não cabe a ciência dizer se a forma está certa ou errada, porém, com os avançados do conhecimento científico, principalmente da microbiologia, é possível dar uma parecer sobre infecções que podem ser adquiridas através da via oral pelo compartilhamento do cálice entre os fiéis. Pasteur foi um cientista francês que contribuiu enormemente com pesquisas nas áreas da química e medicina, principalmente quanto ao estudo dos microorganismos, tanto é que um dos mais importantes processos industriais de assepsia/esterilização deriva de seu próprio nome: Pasteurização – um processo que na época foi desenvolvido sob encomenda para produtores de vinho, cerveja e leite que sofriam com a deterioração de seus produtos por causa da ação de microorganismos invisíveis. O processo de pasteurização do leite consiste em aquecer o leite a temperatura de 62ºC durante 30 minutos, e tem por objetivo eliminar os microorganismos patogênicos (que causam doenças), deixando vivos apenas os microorganismos que não causam danos a saúde humana. Existem inúmeros processos de eliminação de microorganismos, porém, não cabe listar todos aqui, pois, tornará o texto cansativo. É importante lembrar que em 1885, a descoberta da relação entre microorganismos e doenças permitiu que fossem desenvolvidas técnicas de assepsia de materiais cirúrgicos, o que reduziu significativamente o numero de mortos por conta de infecções contraídas nos hospitais e/ou atendimento médico domiciliar com instrumentos contaminados por microorganismos. Os religiosos das denominações que adotam cálice único alegam tomar alguns cuidados para que não haja contagio de doenças pelo compartilhamento do cálice durante a Santa Ceia. Não seria honesto de minha parte deixar de informar ao leitor deste artigo, que no mundo todo, nos milhares de livros que registram os estudos sobre método de assepsia/esterilização e também estudos sobre prevenção de doenças contagiosas, não existe menção aos métodos adotados pelos religiosos para diminuir os riscos de se contrair doenças pelo compartilhamento do cálice. Vejamos alguns métodos comumente adotados pela maior parte das denominações cristãs que adotam o cálice único na santa ceia. São eles:
1) A limpeza do cálice com um pano: o simples esfregar de um pano não é suficiente para eliminar microorganismos presente no cálice. O pano quando friccionado de um lado para o outro, acaba contribuindo para que o espalhamento da saliva dos participantes, portanto, com uma área maior, maiores são os riscos de ter contato com a saliva de terceiros. A ineficiência deste método pode ser comprovada por uma experiência simples, quando for tomar uma injeção peça que o enfermeiro limpe a agulha com um pano e aguarde para ver o que acontece.
2) O álcool presente no vinho mata os micróbios: a concentração de álcool presente no vinho não é suficiente para eliminar microorganismos, o que é facilmente comprovado observando que o vinho em contato com o ar azeda (vira vinagre), isso acontece porque microorganismos convertem o vinho em vinagre (ácido acético). O álcool só tem poder desinfetante a concentração de 70%, a concentração de álcool presente no vinho vário entre 17 e 21%, portanto a concentração alcoólica do vinho é cerca de três a quatro vezes menores que a necessária para eliminar microorganismos.
3) O cálice ser de prata: cientificamente não há nada que comprove o poder asséptico da prata, tanto é que os instrumentos dos dentistas, que são confeccionados em prata, necessitam ser esterilizados antes do uso. A esterilização desses materiais se dá em condições mais criticas que a pasteurização (62º C/ 30 min.), de acordo com o instrumento a ser esterilizado a temperatura fica entre 121ºC e 134ºC, e sob alta pressão.
4) A saliva mata os germes: a saliva não mata os germes, se esta afirmação fosse verdadeira não haveria ocorrência de cárie, gengivite e outras doenças bucais.
5) O vinho seco é uma determinação sanitária: conforme vimos acima a concentração alcoólica dos vinhos varia em torno de 17 a 21%, portanto, nenhum dos tipos de vinho comercializados, no mundo, possuem o poder de eliminar microorganismos, como geralmente é afirmado.
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que as denominações cristãs utilizem cálice individual, porém, em respeito ao artigo 5° da constituição federal brasileira, no tocante ao direito e proteção ao culto e liturgia, o órgão não intervém na pratica do compartilhamento do cálice adotado por algumas denominações religiosas. Mas se houver uma denuncia formal ao Ministério Público, onde haja alegação de que doenças foram contraídas em evento religioso pelo compartilhamento do cálice, o juiz/ANVISA pode decidir-se pela obrigatoriedade da adoção do cálice individual, pois, o direito ao culto não sobrepõe o direito a vida, e o compartilhamento do cálice é reconhecidamente pela ciência e órgãos sanitários como uma situação de alto risco. Esse tipo de decisão judicial (similaridade de jurisprudência) é bastante freqüente no caso das Testemunhas de Jeová se recusam a autorizar a transfusão de sangue durante um tratamento médico, ou seja, o Estado legisla e determina que a o direito a religião não é superior ao direito a vida.
A quais doenças eu estou exposto (a) numa Santa Ceia onde o uso do cálice é compartilhado entre os fiéis?
Seria enorme a lista com todas as doenças que podem ser contraídas em uma Santa Ceia onde o cálice é compartilhado por todos os membros, uma porque existe infinito numero de microorganismos já catalogados pelo homem, e outra porque existe uma infinita quantidade que ainda são desconhecidos. Vamos apresentar as enfermidades mais comuns, ou seja, as que mais se manifestam, e que com certeza você leitor já teve ou ouviu falar de alguém que teve algumas dessas enfermidades. São elas:
Amigdalite, pneumonia, faringite, bronquite, escarlatina, febre reumática, meningite, tuberculose, hanseníase, endocardite, gripe, hepatite viral, caxumba, sarampo, rubéola, herpes labial, micoses, sífilis, chagas, entre outras.
É importante lembrar que uma doença só é transmitida caso a pessoa contagiada seja suscetível a doença, e que algumas enfermidades podem não apresentar sintomas.
Algumas denominações no inicio da Santa Ceia pedem aos que os que são portadores de doenças infecto contagiosas que eles sejam os últimos a tomá-la, mas, existem doenças que não apresentam sintomas e por isso muitos nem sabem que são portadores de enfermidades contagiosas, outros podem ter vergonha de assumir publicamente que é portador de uma doença infecto contagiosa. Fica uma duvida: E quando houver mais que um membro portador de doença infecto-contagiosa, como a instituição procederá???
Conclusão como cristão: a Santa Ceia é um sacramento instituído e recomendado por Jesus Cristo, a substituição do cálice compartilhado por cálices individuais necessita de uma profunda reflexão do ministério, pois não envolve somente os símbolos de um evento religioso, mas a crença de todo o rebanho em um conceito já difundido e aceito. O cálice tem grande valor simbólico numa Santa Ceia, mas é algo secundário, os principais símbolos da Santa Ceia são o pão e o vinho, representando respectivamente o corpo e o sangue de Cristo, por isso, entendo que a adoção de cálice individual em substituição do cálice único não provoca prejuízos espirituais a quem dele se usar, não acarreta prejuízos aos símbolos da Santa Ceia, e não representa ameaça a unidade da igreja. Este último argumento em minha opinião nem pode ser usado uma vez que membros de diferentes denominações muitas vezes nem se consideram como irmãos, o corpo de Cristo é um só, negar o “parentesco” por pertencer a denominações diferentes é como se já partíssemos o corpo de Jesus Cristo, é desprezar a unidade da Igreja de Cristo – que não é composta de paredes, mas dos crentes em Cristo Jesus. O uso do cálice único não é superior ao uso de cálice individual e vice-versa, o importante é que o cristão que se achegue a mesa da santa ceia esteja consciente de que é um momento especial de comunhão intima com para com Deus e também os irmãos que comungam os mesmos valores e crenças.
Conclusão como químico: o risco de contrair doenças pelo compartilhamento do cálice é real, e certamente acontece, porém, algumas doenças são consideradas tão simples, que geralmente os infectados não a correlacionam com a Santa Ceia, porém, existem doenças mais complexas, que se não forem diagnosticadas precocemente podem evoluir, causar seqüelas e até mesmo o óbito.Conhecer todos os riscos e ignorá-los é uma atitude irresponsável, de nada adianta os governos adotarem programas que visem a eliminação dos riscos a doenças, se instituições/cidadãos conscientes voluntariamente se expõem as praticas sanitárias abaixo do padrão e que lhes oferecem riscos.
Existe uma forma de manter o uso do cálice único sem que o mesmo represente riscos para os fiéis, basta que os membros da instituição em questão não tenham contato com o cálice, ou seja, um pedaço de pão deve ser embebido no vinho pelo ministro e então de ser entregue ao fiel, deste modo não há contato com a saliva alheia, e o fiel recebe o pão e o vinho (servido no mesmo cálice).
É importante salientar que na época de Jesus a santa ceia era realizada com um numero reduzido de pessoas, e que hoje dependendo da igreja este evento pode ter mais que 1000 pessoas compartilhando o mesmo cálice, por isso, o risco é maior e demanda dos religiosos a reflexão sobre a substituição do cálice único ou formas de diminuírem-se os riscos caso optem pela manutenção do cálice.
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Data: 24-09-2013 | De: PASTOR ANTONIO YESHUA
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